℟..: Amém.
PREFÁCIO COMUM I
(A restauração universal em Cristo)
Este prefácio deve ser usado nas Missas que não têm prefácio próprio e quando não se deve usar um prefácio do tempo
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
SANTO
(Sanctus - VIII)
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DOMINUS DEUS SABAOTH
PLENI SUNT CÆLI ET TERRA GLORIA TUA
HOSANNA IN EXCELSIS
I. BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI
HOSANNA IN EXCELSIS
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo vosso indigno servo e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
DOXOLÓGIA
(Amém Triple)
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum;
fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie;
et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris;
et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco..
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
(Agnus Dei -VIII)
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI
MISERÉRE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI
MISERÉRE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCÁTA MUNDI
DONA NOBIS PACEM.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dona nobis pacem.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
AVE VERUM
CORPUS NATUM
DE MARIA VIRGINE
VERE PASSUM,
IMMOLATUM
IN CRUCE PRO HOMINE
CUIUS LATUS PERFORATUM
UNDA FLUXIT ET SANGUINE
ESTO NOBIS PRAEGUSTATUM
MORTIS IN EXAMINE
O IESU DULCIS,
O IESU PIE,
O IESU FILI MARIAE.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Feitos participantes da mesa celeste, nós vos rogamos, ó Senhor, que, em virtude deste mistério, confirmeis a vossa Igreja na unidade e na caridade, e que sempre me salveis, a quem confiastes o ofício pastoral, juntamente com o rebanho confiado a você. Por Cristo nosso Senhor.
℟.: Amém!
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
PROCISSÃO À SACADA
O Santo Padre se dirige ao altar e o oscula.
Os presbíteros, bispos, arcebispos e todo o povo de Deus permanece em seus lugares.
Os cardeais, diáconos, os cerimoniários e o papa se dirigem a sacada.
O Santo Padre permanece de casula e pálio. O protodiácono, caso ainda não esteja, se retira a casula e veste a dalmática.
Na sacada central adentra unicamente o Santo Padre com seus dois diáconos, seus dois cerimoniários principais o protodiácono, o outro cardeal diácono assistente e o cardeal decano.
ORAÇÕES ANTES DA COROAÇÃO
Enquanto o Santo Padre senta-se no trono, o coro entoa o Corona aurea super caput eius.
CORONA ÁUREA SUPER CAPUT EJUS.
EXPRESSA SIGNO SANCTITATIS,
GLORIA HONORIS,
ET OPE FORTITUDINIS.
QUONIAM PRAEVENISTI EUMIN BENEDICTIONIBUS DULCEDINIS,
POSUISTI IN CAPITE EIUSCORONAM DE LAPIDE PRETIOSO.
Após o canto, os cardeais apenas retiram a mitra, o Pontífice ainda sentando e de mitra.
O Cardeal Decano do Sacro Colégio, sem mitra entoa o responsório com as orações antes da coroação.
D.: - Decano.
O responsório se inicia com o pai nosso, este porém é rezado em silêncio, apenas os seguintes trechos são ditos:
D.: Pater Noster!
Todos continuam a oração em silêncio. E por fim o decano finaliza a oração dizendo em voz alta:
D.: Et ne nos inducas in tentationem
℟.: Sed libera nos a malo.
O Decano então prossegue com o responsório:
D.: Cantémus Dómino.
℟.: Glorióse enim magnificátus est.
D.: Buccináte in neoménia tuba.
℟.: In insígni die solemnitátis vestræ.
D.: Iubiláte Deo, omnis terra.
℟.: Servíte Dómino in lætítia.
D.: Dómine, exádi oratiónem meam.
℟.: Et clamor meus ad te véniat.
D.: Dóminus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo.
D.: Orémus.
Omnípotens sempitérne Deus, dígnitas sacerdótii et auctor regni, da grátiam fámulo tuo INNOCENTIUS Pontífici nostro, Ecclésiam tuam fructuóse regéndi, ut qui tua cleméntia pater regum et rector ómnium fidélium constitúitur et coronátur, sálubri tua dispositióne cuncta bene gubernéntur. Per Christum Dóminum nostrum.
℟.: Amen.
COROAÇÃO
Depois da oração antes da coroação o protodiácono retira a mitra do Pontífice.
O Santo Padre ainda permanece sentado, o protodiácono aproxima-se e impõe nele a tríplice tiara enquanto diz:
Accipe tiaram tribus coronis ornatam, et scias te esse Patrem Principum et Regnum, Pastorem Orbis in terra, in terra Vicarium Salvatoris Nostri Jesu Christi, cui est honor et gloria in sæcula sæculorum. Amen
Imediatamente o protodiácono impõem a Tiara Papal sob a cabeça do Pontífice.
BÊNÇÃO URBI ET ORBI
Segue-se então a bênção urbi et orbi.
Pres.: Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.: Et cum spiritu tuo.
Pres.: Que os Santos Apóstolos Pedro e Paulo, dos quais no poder e julgamento confiamos, intercedam por nós até o Senhor.
℟.: Amen.
Pres.: Que por meio das orações e dos méritos da Santíssima Virgem Maria, de São Miguel Arcanjo, de São João Batista, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os santos, o Deus onipotente mostre compaixão à vós, e quando perdoados todos os vossos pecados, Jesus Cristo vos conduza à vida eterna.
℟.: Amen.
Pres.: Que o Senhor Todo Poderoso e misericordioso vos conceda indulgência, absolvição, e remissão de todos os vossos pecados, espaço para um verdadeiro e frutuoso arrependimento, mesmo o coração arrependendo-se sempre, e a benção da vida, a graça, a consolação do Espírito Santo e perseverança final nas boas obras.
℟.: Amen.
Pres.: Et benedictio Dei omnipotentis, Patris + et Filii + et Spiritus + Sancti descendat super vos et maneat semper.
℟.: Amen.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác: Ide em Paz e o Senhor vos acompanhe
O povo responde:
℟.: Demos graças a Deus.
ANÚNCIO DA INDULGÊNCIA
Após a bênção o protodiácono fará o anúncio da indulgência conforme o texto em Português Santíssimo em Cristo, nosso Pai e Senhor, a divina providência do Papa Gregório, concede a todos os fiéis cristãos presentes e àqueles que recebem a mensagem por meio de rádio, televisão e outras tecnologias de comunicação, uma indulgência plenária na forma estabelecida pela Igreja. Oremos a Deus Todo-Poderoso para que Ele preserve o Papa como líder da Igreja por muitos anos e conceda paz e unidade à Igreja em todo o mundo.
Depois do anúncio em todos retiram-se da sacada das bênçãos. Enquanto isso pode se cantar a Antífona:
ANTÍFONA
(Ave Regina Caelorum)
AVE, REGINA CÆLORUM,
AVE, DOMINA ANGELORUM:
SALVE, RADIX, SALVE, PORTA,
EX QUA MUNDO LUX EST ORTA:
GAUDE, VIRGO GLORIOSA,
SUPER OMNES SPECIOSA,
VALE, O VALDE DECORA,
ET PRO NOBIS CHRISTUM EXORA.